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Visita de Estudo - 7º ano

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No dia 21 de Abril, os alunos do 7.º ano realizaram uma visita de estudo ao Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurio, de Ourém-Torres Novas e à Gruta da Moeda, no âmbito da disciplina de Ciências Naturais.


DSC01172Quando chegamos à Gruta da Moeda, fomos recebidos por uma guia que nos acompanhou durante a visita ao interior da Gruta. Ao longo da mesma tivemos conhecimento da lenda da moeda que foi transmitia de “boca em boca”.

As Grutas da Moeda foram descobertas em 1971 por dois caçadores que andavam a perseguir uma raposa. A curiosidade levou-os a explorar o algar em toda a sua extensão. Durante perto de dois meses, os dois homens continuaram a escavar as estreitas fendas que se seguiram à primeira caverna, desvendando pouco a pouco as demais salas e galerias que hoje têm o nome de "Presépio", "Pastor", "Cascata", "Virgem", "Cúpula Vermelha", "Marítima", "Capela Imperfeita", "Bolo de Noiva", "Abóbada Vermelha" e "Fonte das Lágrimas", que podem ser vistas no percurso visitável. A Gruta que visitamos é de origem calcária onde o mineral é a calcite. Este mineral dissolve-se facilmente na água, com alguma acidez, originando todos aqueles “buracos”! A profundidade da gruta é de cerca de 45 metros e a sua temperatura é constante ao longo do ano: aproximadamente 18ºC.

Da parte da tarde, visitamos o Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios, conhecido também por Pegadas da Serra de Aire ou ainda Pedreira do Galinha. Foi criado em 1996.  Situa-se na Serra de Aire, perto de Fátima, nos municípios de Ourém e Torres Novas. Faz parte do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, ocupando uma área de cerca de 20 hectares. João Carvalho descobriu as pegadas de alguns dos maiores seres vivos que alguma vez povoaram o planeta Terra – os saurópodes. Nas suas deslocações, estes animais deixaram as suas pegadas nas camadas finas de lama existente nas lagunas marinhas que aí existiam, de baixa profundidade. Depois a lama secou e foi soterrada por sedimentos calcários que acabaram por se transformar em rocha. Passados cerca de 175 milhões de anos os trabalhos de exploração na pedreira do Galinha puseram a descoberto os vários trilhos visíveis na laje e que nós pudemos observar!

A visita correu muito bem! Foi espetacular!

Bárbara Araújo, Catarina Silva, Juliana Lima (7C)

Beatriz Cerqueira, Carolina Gonçalves, Maria Pereira e Sara Pereira (7ºE)

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